lunes, abril 28

Resumo duma curta portuguesa

Frio

Artur Serra Araújo

É uma curta muito boa que ganhou o Prémio Cidade de Lisboa em 2005. Trata-se sobre a forma cotidiana de ver a morte dum jovem que transporta cadáveres da câmara refrigeradora para os carros funerários. Ele conta e imagina a vida e o que aconteceu na morte da pessoa que transporta.

Um dia esse homem saca um dos cadáveres da câmara refrigeradora para que a familia possa reconhecé-lo. Quando leva-o pelo corredor uns homens param-no para perguntar e ficar certos que o cadáver é a mulher a reconhecer e tentam descobrí-lo mas o médico não permite e ele proprio destapa-o. Depois disso chegam com a familia e é então quando o jovem viu pela primeira vez a filha da mulher morta.

E ai, ele conta que conheceu o nome da moça (Helena) e onde ela morava. Ele achava que apesar da tristeza dela, ela soria-lhe e vestia-se de vermelho para ele. Mas quando ele fico perto dela para lhe dizer que sentia o que aconteceu a sua mãe, ela não sabia o que ele queria dizer e lhe disse que a sua mãe estava bem e que não moleste mais.

Segundo ele, a mãe tinha morto num dia muito chuvoso e ia recolher Helena que estava aguardando fora do seu trabalho, subiu-se ao carro e depois que a filha lhe-ligou para perguntar porque estava atrasada, ligou o carro e ao comezar dirigí-lo outro carro cruzou-se, chocaram os dois e a mulher morreu.

Na morgue o jovem saca-a da câmara refrigeradora para o carro funerario, encontra-se no corredor aos dois caras que quiseram destapá-la. Encuanto leva-a com a sua familia, se vê o que realmente ocurreu no acidente onde ela morreu. Helena estava aguardando a sua mãe, mas desesperou-se pela demora e decidiu caminhar, encuanto a mã subiu-se ao carro, viu pela janela do carro que a sua filha estava a cruzar a rua, então ouviu-se um acidente nesse lugar e a señora saiu do carro para ajudar sua filha. Finalmente revela-se que o cadáver era Helena.

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